“Mas os que confiam no Senhor recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam.” (Isaías 40:31)

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10 de maio de 2011

Meditação Sobre a Sede na Manhã de Segunda-feira

Ao me ajoelhar naquela manhã de segunda-feira, durante meu devocional, disse: "Ó Senhor, tem misericórdia de mim, pecador! Ajuda-me. Por favor, vem e restaura a minha alma". Em seguida, perguntei calmamente: "Senhor Jesus, o que querias dizer quando falaste: ‘Aquele... que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede’? Estou com sede nesta manhã. Ouvi meu colega David Livingston dizendo, ontem à noite, que ele tem sede. Quase todo crente que vem ao meu escritório tem sede. Qual era a tua intenção ao dizer que aqueles que bebessem da tua água não teriam mais sede? Não temos bebido? Esta promessa é vã?"

O Senhor respondeu. Ele me mostrou o resto do versículo, e derramou sobre ele uma luz que nunca vira antes. João 4.14 começa assim: "Aquele... que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede". Isso foi o que me levou a clamar: "O que pretendias dizer? Estou tão sedento! Minha igreja está sedenta! Os pastores com quem eu oro estão com sede! Ó Jesus, o que querias dizer?"

Jesus respondeu da única maneira pela qual sei que Ele responde. Abriu-me os olhos para ver o significado do que disse na Bíblia. Eu já havia memorizado esse versículo na manhã do domingo, para a minha própria alma e para um possível uso na oração pastoral. Assim, enquanto eu orava, os elementos da comunicação divina estavam no seu devido lugar. (Oh! que percepção perdemos quando não memorizamos mais das Escrituras!)

Enquanto eu suplicava, a segunda parte do versículo falou por si mesma. Jesus disse: "Pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna". Com estas palavras, veio a resposta. Não era uma voz audível, e sim, a voz de Jesus, na Palavra iluminada e aplicada pelo Espírito Santo.

A resposta era assim: quando bebem da minha água, a sede de vocês não é aniquilada para sempre. Se isso acontecesse, vocês sentiriam, posteriormente, qualquer necessidade de minha água? Esse não é meu objetivo. Não quero santos auto-suficientes. Quando bebem da minha água, ela se torna uma fonte em vocês. Uma fonte satisfaz a sede, não por remover a necessidade por água, e sim por estar lá, para lhes dar água sempre que têm sede. Vez após vez! Como nesta manhã. Portanto, beba, John. Beba.

Agora, enquanto escrevo, vejo esta verdade preciosa no Salmo 23: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará". Apesar disso, clamamos: "Ó Senhor, hoje eu tenho necessidades! Conheço centenas de pessoas que têm necessidades e confiam em Ti como o pastor delas. Qual a tua intenção ao dizer que nada nos faltará?"

Agora, aprendemos uma lição. Primeiramente, clamamos. Depois, lemos: "Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma". Refrigera-me. Isso significa que as necessidades surgem em minha alma, e, então, o Senhor Jesus as satisfaz. Elas surgem novamente; Ele as satisfaz. A vida é um ritmo de necessidade e suprimento — e, às vezes, um ritmo de perigo e livramento. "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte...". O vale se tornará (novamente) em verdes pastos, e as águas tranqüilas fluirão (novamente!). Até agora, a fonte está jorrando do interior e o fará para sempre. Por que a fonte, em nosso íntimo, não é nós mesmos; é Deus. "Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem" (Jo 7.38-39).

A sede é satisfeita pelo Espírito de Cristo revelando-nos a Si mesmo e as suas promessas, para a satisfação de nossa alma. Mas a sede não é obstruída, para que não percamos o impulso de vir a Ele vez após vez, em busca de tudo o que Deus prometeu ser para nós em Jesus.

Aquele que tem sede venha e continue vindo, até que nossa comunhão seja tão íntima, que não haja qualquer distância entre nós e o Senhor.

Extraído do livro:
Uma Vida Voltada para Deus
John Piper
Páginas: 256
Formato: 14x21
ISBN: 859914527-2
Peso: 380g
Fonte: http://www.editorafiel.com.br


 

9 de maio de 2011

Nossa depravação humana – John Stott

Eis aqui algumas palavras de Jesus:

Convocando ele de novo a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos e entendei. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai do homem é o que o contamina... Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.  Jesus não pregou a bondade fundamental da natureza humana. Ele certamente acreditava na verdade veterotestamentária,  de que o ser humano, tanto homem como mulher, foi criado à imagem de Deus; mas também acreditava que essa imagem havia sido maculada. Ele pregou o valor dos seres humanos, inclusive dedicando-se a servir a eles. Mas também ensinou que não valemos nada. Ele não negou que somos capazes de dar "coisas boas" aos outros, mas também acrescentou que, mesmo que façamos o bem, nem por isso deixamos de ser "maus".  E nos versículos citados acima ele fez importantes declarações sobre a extensão, a natureza, a origem e o efeito do mal nos seres humanos.

Primeiro, ele ensinou sobre o alcance universal da maldade humana. Ele não estava descrevendo o segmento criminoso da sociedade, nem algum indivíduo ou grupo particularmente corrupto. Pelo contrário, ele estava conversando com refinados, "justos" e religiosos fariseus, e então generalizou, falando sobre "um homem" e "homens". De fato, geralmente são as pessoas mais honestas que têm a mais profunda consciência de sua própria degradação. Tomemos como exemplo Dag Hammarskjöld, Secretário Geral das Nações Unidas de 1953 a 1961. Ele foi um servidor público profundamente comprometido, a quem W. H. Auden descreveu como sendo "um homem bom, grande e louvável". Mesmo assim, a visão que ele tinha quanto a si mesmo era muito diferente. Em sua coleção de obras autobiográficas, intitulada Markings, ele escreveu sobre "essa perversa contraposição do mal em nossa natureza", que nos leva a fazer até do nosso serviço aos outros "o fundamento para a nossa própria auto-estima e preservação da nossa vida",
Em segundo lugar, Jesus ensinou sobre a natureza egocêntrica da maldade humana. Em Marcos 7 ele enumerou treze exemplos. O que há de comum entre todos eles é que cada um é uma afirmação do ego, seja contra o nosso próximo (inclusive homicídio, adultério, furto, falso testemunho e cobiça - violações da segunda metade dos Dez Mandamentos), seja contra Deus (sendo que "orgulho e insensatez" são claramente definidos no Antigo Testamento como negação da soberania de Deus e até da sua própria existência). Jesus resumiu os Dez Mandamentos em termos de amor a Deus e amor ao próximo, e todo pecado é uma forma de revolta egoísta contra a autoridade de Deus ou contra o bem-estar do nosso próximo.

Terceiro, Jesus ensinou que a maldade do homem é de origem interna. Sua fonte se encontra, não em um ambiente ruim, nem em uma educação falha (se bem que ambos possam exercer uma forte influência sobre jovens impressionáveis), mas, sim, em nosso "coração", nossa natureza herdada e pervertida. Quase se poderia dizer que Jesus nos introduziu ao freudianismo antes mesmo de Freud. Pelo menos aquilo que ele chama de "coração" é, em termos aproximados, equivalente ao que Freud chama de "inconsciente". Isso nos faz lembrar um poço bem profundo. A espessa camada de lama que jaz no fundo geralmente não se vê, e muito menos se suspeita. Mas quando as águas do poço são agitadas pelos ventos da emoção violenta, a imundície mais fétida e nojenta sai borbulhando das profundezas e irrompe na superfície: ódio, raiva, lascívia, crueldade, ciúmes e revolta. Em nossos momentos mais sensíveis nós somos atormentados pela nossa potencialidade para o mal. E de nada adiantam tratamentos superficiais.

Em quarto lugar, Jesus falou do efeito contaminador da maldade humana. "Todos estes males vêm de dentro", disse ele, "e contaminam o homem".  Para os fariseus, a contaminação era algo muito mais exterior e cerimonial; eles se preocupavam com alimentos limpos, mãos limpas e vasilhas limpas. Mas Jesus insistiu em dizer que a contaminação é algo moral, que vem de dentro. O que nos torna impuros aos olhos de Deus não é o alimento que entra em nós (que vai para o nosso estômago), mas o mal que sai de nós (que sai do nosso coração).

Todas as pessoas que já conseguiram ver, ao menos de relance, a santidade de Deus, foram incapazes de suportar essa visão, de tão chocadas que ficaram diante da sua própria e contrastante impureza. Moisés escondeu o rosto, com medo de olhar para Deus. Isaías gritou, horrorizado, chorando sua própria impureza e perdição.

Ezequiel ficou ofuscado, quase cego, ao ver a glória de Deus, e caiu de rosto em terra.  Quanto a nós, mesmo que nunca tenhamos tido, como esses homens, sequer uma visão momentânea do esplendor do Deus Todo-Poderoso, sabemos muito bem que não temos condições de entrar em sua presença, seja agora ou na eternidade.

Ao dizermos isso, nós não estamos esquecendo a nossa dignidade humana, com a qual se começou este capítulo. Devemos, no entanto, fazer jus à avaliação do próprio Jesus sobre a maldade da nossa condição como seres humanos. Ela é universal (em todo ser humano, sem exceção), egocêntrica (uma revolta contra Deus e contra o próximo), íntima (brota do nosso coração, de nossa natureza caída) e aviltante (torna-nos impuros e, portanto, indignos diante de Deus).

John Stott: John Stott começou sua carreira como escritor em 1954 e já escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, além de outras contribuições à literatura cristã.
Fonte: http://www.johnstott.com.br

Você é um Verdadeiro Membro de Igreja?

Muitos crentes vão à igreja da mesma maneira que vão aos Correios. Não sabem quem abriu a agência ou a limpou. Não se importam com quem mais ali está, exceto os funcionários no balcão. Tudo que desejam é enviar suas correspondências e ir embora. Nem mesmo se interessam em olhar rapidamente para as outras pessoas que estão na fila, a menos que alguém lhes chame pelo nome. Se isto acontece, então se voltam e conversam um pouco com aquela pessoa.

Isto é o que acontece a muitos crentes. Tudo que lhes interessa é desfrutar do culto, do pastor e de sua mensagem. Não sabem quem abriu o templo, quem o varreu, colocou os hinários nos bancos, etc. Tudo que desejam é ouvir o sermão e desaparecer, voltando para casa. Se alguém os cumprimenta, então param, conversam um pouco antes de sumirem, retornando para casa.

Com certeza, isso está errado. Todo crente deveria ser um membro ativo de sua igreja. Se você é culpado desse tipo de atitude em relação à igreja, deve parar. Precisa tornar-se membro de uma igreja local e fazer que sua membresia seja significativa.

Isto é o que Bíblia ensina com a expressão .em um corpo., encontrada no versículo que citamos no início. Em sua conversão, você foi espiritualmente unido ao corpo de Cristo. Isto acontece porque a salvação assemelha- se a um pacote. Inclui regeneração, justificação, adoção, habitação do Espírito, etc. Um dos elementos deste pacote é a união com Cristo, ou seja, o processo pelo qual o Espírito Santo o enxerta no corpo de Cristo, de modo que você se torna um membro orgânico desse corpo (1 Co 12.12-13), ao invés de um membro autômato.

É necessário que esta experiência espiritual seja traduzida para termos concretos por meio de sua deliberada união visível a um grupo de crentes. Por causa de nossa união espiritual com Cristo, ajuntar-se a um grupo de crentes tem de ser desejado por você. Precisa haver em você o desejo de pertencer ao povo de Deus, que constitui a família dEle. Isto é o que significa ser membro de uma igreja: é uma expressão externa e objetiva de uma experiência subjetiva e íntima.

O Novo Testamento não menciona qualquer coisa a respeito de crentes que não se importam com a igreja e vivem isoladamente a vida cristã, andando para lá e para cá. Você tem de pertencer a uma igreja local. Existem muitos crentes que são semelhantes a ervas aquáticas, vivem flutuando de igreja em igreja. Não pertencem à membresia de nenhuma delas, mas estão presentes a todas as .poderosas. reuniões da cidade. Onde for aberta uma nova igreja, ali os encontraremos. E, se outra igreja for estabelecida, tais crentes mudarão para ela.

O seu crescimento espiritual é o motivo pelo qual Deus deseja que você se torne membro de uma igreja. Tornar-se membro ativo de uma igreja não é opcional ao seu crescimento na santidade. As inevitáveis implicações de pertencer à membresia de uma igreja podem ser resumidas na palavra .responsabilidade., sendo esta uma responsabilidade que temos indiretamente para com Deus e diretamente uns para com os outros. Considere o exemplo dos discípulos apresentado no Novo Testamento (At 2.42-47; 4.32-35).
Este é o motivo por que sua membresia a uma igreja não pode consistir apenas de um registro formal no rol de membros. Precisa ser expressa em envolvimento prático em toda a vida da igreja. Torne-se semelhante a um filho que se envolve positivamente nas tarefas do lar.

Você é um verdadeiro membro de igreja? Se não, acabe com essa atitude imediatamente! Se é membro de uma igreja, você é responsável? Existe uma diferença real entre você e os visitantes? Pense sobre os membros de sua igreja, você os conhece, está orando e se interessando por eles, a fim de ajudá-los em suas necessidades? Torne-se agora um responsável membro de igreja.



Conrad Mbewe é o pastor atual da Kabwata Igreja Batista em Lusaka, Zâmbia, África. Ele é amplamente considerado como o Spurgeon Africano. É atualmente supervisor da criação de novos reformados das igrejas na Zâmbia e Botswana.Conrad é o editor da revista Reforma Zâmbia e escreve três colunas semanais em dois jornais nacionais. Sua contribuição mais recente de um livro é encontrado em Dear Timothy-cartas em Ministério Pastoral, publicados pela Imprensa Fundadores. Ele também é o diretor da Faculdade Batista Reformada Preachers na Zâmbia. Ele participa do blog na Carta de Kabwata.

Fonte: Editora Fiel - http://editorafiel.com.br

Ministério de Senhores Edificar: GEC - Grupo de Evangelismo de Crescimento

Ministério de Senhores Edificar: GEC - Grupo de Evangelismo de Crescimento: "16 de Dezembro de 2010 Acredita-se que na Igreja primitiva havia cerca de 100.000 crentes em Jerusalém e apenas 12 apóstolos e 7 diáconos pa..."

Palavra Pastoral

Pr. Orcélio Amâncio
08 de maio de 2011
Parabéns Mamãe, Pelo Seu Maravilhoso Dia!
“E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena” (João 19:25).


No dia 26 de abril, último passado, o Estado da Virgínia (EUA) comemorou 100 anos que o governador WILLIAM E. GLASSCOCK incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado, valorizando a luta da jovem ANNA JARVIS, filha de pastor, que houvera perdido sua mãe e lutou para ter uma data especial a todas as mães, a fim de que houvesse um dia especial para que todos os filhos que, verdadeiramente, obedecem ao mandamento divino: “honra a teu pai e a tua mãe”, pudessem homenageá-las. Honrar a mãe é ter amor e respeito por ela, dando-lhe carinho e afeto, não somente nessa data, mas em todos os dias de sua vida.

Somente em 1914, foi que os EUA estabeleceram, oficialmente, o dia das mães, sendo escolhido o segundo domingo de maio por sugestão de ANNA JARVIS e hoje, mais de 40 países adotam esta data, inclusive o Brasil.

Entre as muitas frases dedicadas às mães eu destaco uma do dramaturgo grego Sófocles, grande escritor que diz: “Os filhos são para as mães as âncoras da sua vida". A mãe verdadeira, por mais difícil que seja a situação que esteja atravessando, jamais abandonaria o seu filho. Porquanto, o filho é a âncora de sua vida e o amor de mãe é um amor imenso. O filho que é temente a Deus ama e respeita a sua mãe e não deixa de lhe homenagear nesse dia tão maravilhoso, pois ela merece tudo de bom.

Os filhos são para as mães como âncoras. Estas são responsáveis por manter o navio na posição desejada. De igual modo, a mãe temente a Deus e que tem esperança de que seu filho ao crescer seja uma bênção, certamente, o orientará, o ensinará o caminho da verdade, de salvação e do bom samaritano, a fim de que ele possa um dia dar frutos dignos de arrependimento e seja um valioso instrumento nas mãos de Deus.

Entre as terminologias da âncora estão: a haste, a ponta, o olhal, o braço, etc. Os braços são as partes que dão firmeza, as patas que se fixam no fundo para segurar firme a embarcação. De igual modo, a mãe (que é uma âncora, pois é filha, também) tem seus braços, que acolhem seu filho em todos os momentos de sua vida, quer sejam bons ou ruis, de bonança ou de dificuldades. A âncora não escolhe o terreno para se fixar. Não importa se ele é rochoso, lodoso ou arenoso, mas tudo fará para fixar o navio. A mãe é essa mulher bondosa e amorosa, que mesmo tendo um filho trabalhoso, não desiste dele, bem como Deus não desiste de você filho (a), que está triste com sua mãe, com seu Deus. Corra hoje para Jesus e faça as pazes com Cristo e seja feliz nesse dia tão abençoado: o dia das mães! Parabéns a todas as mães, e jamais se afastem da cruz de Cristo, são os votos do pastor da igreja, de toda sua família e do corpo de ministros.

Unidos e Edificados Certamente Faremos Uma Grande Obra Para Deus!

Adquira o Livro: Nas Asas do Espírito 
Autor: Pr. Orcélio Amâncio
Contato: Dca. Dorilene - (61) 3552.4422 (tel/fax) - 3386.4207 ou 
E-mail: dorilenefmsilva@hotmail.com

2 de maio de 2011

Palavra Pastoral

 
Pr. Orcélio Amâncio
01 de maio de 2011
Quem não perdoa não é feliz, e não sabe amar!
“E a quem perdoardes alguma coisa, também eu, porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado por amor de vós o fiz na presença de Cristo, para que não sejamos vencidos por Satanás” (2 Coríntios 2.10).

“Há coisas em nossas vidas que não se podem perdoar!”, disse uma jovem crente ao seu pastor, por ocasião do aconselhamento. Porém, o reverendo lhe respondeu: “se realmente há coisas que não se podem perdoar, então, há pecados que o sangue do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, não pode jamais apagar”. Ora, o sacrifício de Cristo foi um ato único, pensado, planejado e aceito por Deus Pai. O sangue de Cristo é a razão de estarmos vivos e firmes, à espera do noivo Jesus. Ele é a razão maior do plano de salvação.

Somente o sangue de Cristo tem poder para purificar todo e qualquer pecado do homem. Assim, não existe pecado que o sangue de Cristo não possa apagar. Todavia, a blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado que não há perdão (“Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo” (Marcos 3:29).

Quando a pessoa ofendida libera o perdão e a pessoa ofensora reconhece o seu erro, ambas passam a desfrutar das bênçãos de Deus, anteriormente, retidas por falta de perdão e destas. Uma das causas que têm impedido as pessoas de serem felizes, terem comunhão entre si e com Deus é, justamente, a carência de perdão, ou seja, a falta da liberação do perdão e pedir perdão, obviamente. O perdão é uma lei espiritual e talvez a mais importante para se viver feliz em todo o conjunto de ordenanças e mandamentos contidos nas Escrituras Sagradas.

Não aprisione a sua felicidade e a de seu irmão(ã), libere o perdão imediatamente. Não é vergonhoso pedir perdão, vergonhoso é deixar de ser feliz quando conhecemos o caminho da felicidade e não optamos por ele.

O perdão ensinado por Cristo, às vezes, vem simultaneamente associado com outras bênçãos de ordem material ou espiritual. E é esse fato que faz o perdão valioso e importante para restaurar a felicidade, porquanto, ele coloca o homem em plena comunhão com seu semelhante e em plena sintonia com o Espírito Santo.

Fruto dessa associação, a Bíblia registra inúmeras situações: o paralítico de Betesda, que obteve a cura e a libertação quando recebeu de Cristo o perdão pelos seus pecados (Jo 5.7-14); Jacó, quando perdoou seu irmão Esaú, passou a ter uma vida mais tranqüila e feliz, tornando-se uma pessoa muito rica e próspera materialmente falando, além de ter o seu nome trocado para Israel, após uma luta com o anjo no Vale de Jaboque (Gn 32.26-32; 33.4); o ladrão da cruz, que, além de ser perdoado, obteve a salvação imediata e o livramento da perdição eterna (Lc 23.43); Zaqueu, o publicano, sentiu um alívio no seu coração, uma paz de espírito após receber de Cristo o perdão e as promessas messiânicas feitas a Abraão em Cristo Jesus (Lc 19.8-10); o perdão do filho pródigo, que depois de perder todos os seus haveres, foi reconduzido ao seio da família e com todos os direitos e privilégios de filho, além de ter obtido o perdão de seu pai e de seu Deus. A Bíblia ainda registra inúmeros casos de pessoas que foram perdoadas e lhes foram associadas grandiosas bênçãos, porém, não vou aqui relatar.

Apenas quero deixar claro que o apóstolo Paulo, na passagem em lide, perdoou o irmão faltoso e levou a igreja a perdoá-lo, também, se bem que depois que ele cumpriu uma rigorosa punição por parte dos anciãos da igreja de Corinto.

Sabedor de todas essas maravilhas provenientes do perdão, eu te pergunto: ainda resistes em perdoar seu irmão(ã)? Mesmo sendo você o ofendido, procure o ofensor e faça uma reconciliação e passe a desfrutar da felicidade completa. Quem não perdoa não é feliz, e não sabe amar!

Unidos e Edificados Certamente Faremos Uma Grande Obra Para Deus!

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28 de abril de 2011

Palavra de Amigo



Pb. Ari Nunes Dourado
28 de abril de 2011
Um Segundo! 
“É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa.” (Gênesis 2:24)

Minha Amada, eu sempre lutei e continuarei lutando para que possamos ir juntos até a Glória.

O título desta mensagem é "UM SEGUNDO", porque um segundo? - Não sei se você notou que nós chegamos à igreja em paz e de repente em um segundo tudo desmoronou. Houve uma má interpretação no que falei, mas o motivo desta mensagem não é para saber quem tem ou não razão, e sim para que possamos refletir um pouco sobre o nosso caminhar com o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

O mundo está cheio de ódio, desunião, discórdia, desamor, etc.

Nós como servos do Senhor precisamos e devemos buscar discernimento e sabedoria, para que possamos superar todas as adversidades desta vida. Porque o que buscamos mesmo, é a vida eterna junto ao Nosso Criador e Salvador Jesus Cristo.

Peço-lhe perdão por tudo que tenho feito ou deixado de fazer. Porque o meu maior desejo é fazer você uma pessoa ainda mais feliz.

“Você é a fonte do meu jardim, a corrente de água doce, o ribeirão que corre dos montes Líbanos.” (Cânticos dos Cânticos 4:15)

Você é muito importante para minha vida e de nossa família.

Você é uma das colunas que sustentam o nosso lar.

Não sei se conseguiria viver sem você, mas Deus sabe.

Tenha certeza de uma coisa, a minha vontade é que tudo mude para melhor.

Nós não somos uma família das piores, sempre procuramos melhorar.

Ontem podemos sentir e ver que o inimigo anda furioso com o nosso progresso na presença de Deus.

Não sei se você notou, mas ontem, nossa filhinha Maria Luiza estava sempre me chamando para ir ao escritório, lá ela apontada para a Bíblia e começava a virar as páginas, daquele jeito que ela sempre faz como se estivesse pedindo para lermos alguma passagem.

Tenha certeza de uma coisa, Deus tem um grande propósito para com a nossa família. Ainda não sei qual é, mas Deus sabe.

“Mas os que confiam no Senhor recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam.” (Isaías 40:31)

“Relato de um servo do Deus Altíssimo a sua Amada Esposa, em um momento de tribulação”